Nunca pensei pensar em “sempre” quando alguém o mencionava até hoje. Assim como nunca pensei dormir bem em cama de solteiro. E também nunca pensei encontrar auxílio disposto para escapar de roubadas às 4 da manhã. Então, obrigada. Obrigada pelo boa sorte que me deu uma nota 10 para recomeçar a vida e por toda a pesquisa de vitaminas e suplementos alimentares para me ajudar a ganhar de volta todos esses quilos perdidos. Obrigada por afastar meu cabelo da testa enquanto cochilo, obrigada por conseguir descobrir o número do cadeado da bicicleta, obrigada pelos conselhos práticos e pela sensibilidade de deixar a meu cargo segui-los ou não. Obrigada pelo altruísmo e pela disposição eterna em atender o telefone para nada (mesmo que eu ligue de menos, eu sei). Porque hoje, quando você falou em “sempre”, consegui imaginar muito mais longe do que o habitual. E espero que, se não for para ser eterno, pelo menos que o tempo passe devagar.

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