Não foi até abrir um título aleatório da pilha de novos livros que encontrou a única lembrança realmente evocativa daquilo que se passara: uma flor de jacarandá. Pensou em prendê-la ao cabelo, mas acabou por jogá-la para dentro da roupa, como se faz com as pestanas caídas com as quais se brinca de tirar a sorte. E preencheu seu vazio com a memória de uma chuva de flores imaginária.